Fala, Survivor! Se você estava esperando o momento definitivo para entender o que a Capcom está tramando com Resident Evil Requiem (o tão aguardado RE9), esse momento chegou. Como alguém que respira essa franquia desde o PlayStation 1 e já explorou cada pixel dos remakes recentes, sentei para dissecar cada frame do último trailer e as gameplays reveladas no Capcom Game Show de 2026.
Prepare o seu inventário, organize as ervas e confira a análise mais profunda (e otimizada para quem quer saber tudo) que você vai ler hoje.
Resident Evil Requiem: O Retorno às Raízes com a Potência da Nova Geração
A Capcom não está brincando. Com lançamento marcado para 27 de fevereiro de 2026, Resident Evil Requiem promete ser o ápice da RE Engine. O jogo comemora os 30 anos da franquia e, pelo que vimos, é uma carta de amor aos fãs, unindo o terror psicológico de RE7 com a ação visceral de RE4.
1. Protagonistas: O Equilíbrio entre a Vulnerabilidade e a Experiência
A grande sacada de Requiem é a estrutura de protagonista duplo, mas com um toque diferente de RE2. Aqui, temos Grace Ashcroft, uma analista do FBI e filha de Alyssa Ashcroft (sim, a repórter de RE Outbreak!), e o lendário Leon S. Kennedy.
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Grace Ashcroft (O Terror): A jogabilidade dela é focada no Survival Horror puro. No trailer, vemos Grace no Wrenwood Hotel, o local onde sua mãe foi morta oito anos antes. Ela não é uma super-soldada; seus movimentos são mais pesados, sua respiração é ofegante e o combate é o último recurso.
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Leon S. Kennedy (A Ação): Leon chega ao local para investigar o desaparecimento de um oficial. Aqui, a Capcom entrega o que o fã de ação quer: parries com o novo Tomahawk tático, chutes giratórios e uma novidade insana — Leon pode tomar armas dos inimigos, incluindo motosserras!
2. O Mistério de "Elpis" e o Retorno a Raccoon City
O trailer martela um nome: Elpis. Na mitologia, Elpis era o espírito da esperança, o último item na Caixa de Pandora. No contexto do jogo, parece ser um novo projeto biológico ligado a Victor Gideon, um ex-associado da Umbrella que comprou edifícios sobre as ruínas de Raccoon City.
Sim, você leu certo. Voltaremos para Raccoon City. Mas não é a cidade que conhecemos; são as ruínas pós-bombardeio, agora transformadas em uma "zona morta" realista e assustadora. Ver a estátua da RPD quebrada em 4K com Ray Tracing foi de arrepiar qualquer veterano.
Análise Técnica: Por que este é o jogo mais ambicioso da Capcom?
Gameplay Adaptável: Primeira ou Terceira Pessoa?
Uma das maiores revelações do Game Show foi a confirmação de que você pode alternar entre 1ª e 3ª pessoa a qualquer momento. Isso resolve a eterna briga da comunidade.
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Jogar com a Grace em primeira pessoa eleva a claustrofobia do hotel a níveis de Resident Evil 7.
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Já com o Leon, a terceira pessoa brilha, lembrando muito a fluidez do RE4 Remake.
Os Novos Inimigos: Os Infectados por "Elpis"
Esqueça os zumbis lerdos tradicionais. As criaturas de Requiem parecem manter resquícios de consciência. No trailer, vemos um infectado tentando realizar tarefas cotidianas antes de se virar e atacar com uma agressividade animalesca. Além disso, o monstro "estilo Barbarian" mencionado na demo de LA é um pesadelo visual, com mãos excessivamente grandes e uma audição aguçada.
Veredito do Analista: Vale o Hype?
Com toda a minha experiência, digo: sim. A Capcom aprendeu a lição de que Resident Evil precisa de identidade, e Requiem parece ser a fusão perfeita. O jogo não apenas avança a história, mas amarra pontas soltas da era Umbrella com o cenário geopolítico atual do bioterrorismo.
Pontos Fortes Observados:
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Gráficos de ponta com foco em iluminação global (as cenas noturnas na cidade estão impecáveis).
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Sistema de crafting de "injetores" usando sangue infectado, trazendo uma nova camada de risco e recompensa.
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O retorno de Leon S. Kennedy no seu auge, mas enfrentando um terror que o deixa genuinamente acuado.
Conclusão e Próximos Passos
Resident Evil Requiem está se desenhando para ser o maior jogo da franquia. A mistura de nostalgia, inovação técnica e narrativa dual é a fórmula do sucesso. Agora, a pergunta que fica é: será que veremos outros rostos conhecidos como Jill ou Chris até o final da campanha?
